terça-feira, 14 de abril de 2009

e não muda, né.

E dessa vez, por mais conveniente que seja colocar a culpa no outro lado, eu não acho que deva. Olhei, e vi que sou eu quem acredita demais no que as pessoas falam. Eu que acredito ser tudo tão certo e bonito e esqueço todas as evidências, todas as improbabilidades prováveis, todas as outras possibilidades que não sejam as minhas. Talvez seja a tal da ingênuidade da qual meu pai fala quando eu peço pra ir morar sozinha no Rio de Janeiro. Ou talvez seja a educação que a minha mãe me deu, ou a minha mania de esperar demais dos outros.
Acho que eu deveria ser mais coerente. Esperar menos, acreditar, mas com reservas. Preservar. Apesar de achar que se defender de quem você gosta é uma situação extremamente confusa, contraditória e sem lógica, é dessa preservação que eu precisava. E preciso. Talvez tudo mundo precise. Enfim.

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